http://www.novae.inf.br/site/images/top1.jpg


http://www.novae.inf.br/site/images/menu.jpg
O país de Alckmin não será o país de Lula
| Share

Chico Villela

Nesse vapor barato em que a grande mídia forçou os eleitores e leitores do país a mergulhar, na segunda metade do governo Lula, mais por seus métodos de jogo pesado e menos pelos méritos do atingido, é tarefa intrincada responder a indagações sobre os possíveis desdobramentos na arena política. Depois de blindar durante oito anos quase tudo do governo visivelmente corrupto do psd-bê (com performance de dezenas de bilhões em fabulações de gabinete e a marca de 45 escândalos políticos e financeiros de porte), a grande mídia aliada da elite (de atores facilmente nomeáveis no país), entes amalgamados, dedica-se há mais de um ano a destruir um governo de alguns acertos mas autor de um erro fatal: igualou-se aos outros no ofício da montagem de grupos, no núcleo e à margem do poder oficial, para articulações que envolviam corrupção, negociações políticas espú-rias, compras de apoio, etc.; enfim, o feijão-com-arroz do poder republicano nacional. Prosperou o clima interno de desagrado com a traição a princípios, os éticos primeiro, e o partido rachou e per-deu alguns dos seus melhores quadros e pensadores.

E as imagens falsas estão agora finalmente consolidadas. Fhcê seria um político elegante e culto (na verdade, é apenas um player sem autonomia nem expressão no cenário internacional). Alckmin seria um futuro estadista ético (na verdade, sua maioria parlamentar bloqueou na Assem-bléia paulista 59 pedidos de CPI para desvendar dezenas de manobras ilegais do seu governo). E Lula seria um zé-mané incompetente de origem popular. Os preconceitos de classe, sociais e étni-cos que nunca saíram de cena neste país-banana afloram e florescem sem receios.

A partir daí, a carga negativa desproporcional e maciça despejada diariamente contra o go-verno Lula só encontra paralelo, hoje, na carga repleta de falsificações que Bush impinge ao seu país e ao mundo com suas inverdades a respeito de suas guerras assassinas de civis e compromete-doras do futuro de vastas populações e regiões com contaminação por material radiativo e bombas tóxicas. A tática, aqui como lá, é destruir a verdade pelo aumento excessivo da aparência da menti-ra, e, com isso, aqui, salva-se a face do comando do psdbê (que, se fosse petista, seria chamado de quadrilha), agora ‘sem passado comprometedor’, como se fosse a ‘solução’, inclusive ‘ética’. E assim ascende o pusilânime e oco Alckmin, que conseguiu a proeza de, numa campanha acirrada, não ter trazido ao debate nem uma só idéia sólida e realizável que tenha o condão de mover o país, mas apenas platitudes genéricas que justificam o apelido ‘picolé-de-chuchu’. Confirmaram-se as suspeitas sobre seu pensamento político: não existe.

O mapa eleitoral de Alckmin não é o mapa de Lula. As maiorias pró-Lula concentram-se no Norte e no Nordeste, as regiões mais pobres; as pró-Alckmin, no Centro-Oeste e no Sul, as media-namente ricas. O mais rico Sudeste dividiu-se: Rio e Minas pró-Lula e São Paulo pró-Alckmin. No Sudeste, Minas será o fiel da balança, por ter potencial de mudança e imenso eleitorado. Um apoio agora de Aécio, e.g., seria trocado por apoio ao plano Aécio 2010 (Serra e fhcê vão espernear), com reeleição extinta e cinco anos de mandato. A visão distorcida pela mídia e entregue já refoga-da ao público enxerga ‘ignorantes e pobres’ atrás dos votos de Lula, e ‘elites esclarecidas’ atrás dos de Alckmin. Nada mais falso: há de tudo para os dois. A pobreza e a miséria foram reduzidas no país, e as regiões pró-Lula tiveram crescimento econômico maior que as pró-Alckmin, mas esse fato determinante, que decorre também das políticas sociais, não aparece no noticiário.

O país de Alckmin não será o país de Lula. As privatizações serão retomadas (dado hoje ne-gado pelo candidato), conforme as palavras do coordenador do seu programa econômico de gover-no, Luiz Carlos Mendonça de Barros. Aspas para trecho de sua recente entrevista à revista Exame:

“Exame : O que o senhor acha que deveria ser privatizado?
Mendonça: Há muita coisa ainda, como os serviços portuários, as estradas de rodagem, o se-tor elétrico, a Petrobrás.

Exame: A privatização da Petrobrás seria extremamente polêmica, não?
Mendonça : Sem dúvida. Ainda não tenho opinião formada sobre o assunto, mas se eu esti-vesse no próximo governo, trabalharia forte na privatização da Petrobrás”.

Nesse cenário é óbvio que Alckmin não se interessará por projetos nacionais que possam con-frontar os interesses dos grandes capitais, a exemplo de produção e exportação de bioenergia, in-dústria farmacêutica dedicada a doenças de países pobres, produção de alimentos orgânicos com demanda crescente no mundo, criação de uma coordenação estatal forte para biotecnologia, con-trole e uso econômico racional da rica biodiversidade, etc.
Lula não reverteu algumas privatarias gatunas e viciosas do governo anterior, como a da Vale do Rio Doce: com patrimônio estimado em dezenas de bilhões, foi assumida em 1997 por R$ 3,34 bi e já lucrou mais de quatro vezes esse valor. Mas interrompeu o avanço das privatizações, que atrapalham ou impedem planos de fôlego mais que nunca necessários ao desenvolvimento do país. Uma constatação é geral: a qualidade dos serviços caiu, até mesmo com direito a racionamento de energia, e tudo ficou mais caro (e também mais chato: o limite máximo da chatice ‘vai estar sendo’ o marketing eletrônico que tortura o consumidor). O Consenso de Washington naufragou e é obje-to de mea culpa por parte da maioria dos seus criadores e agentes, mas ainda vive e pulsa nas peri-ferias do mundo.

O combate à corrupção e aos ganhos ilegais de fortunas será bloqueado se a oposição vencer. Sob Lula, a Polícia Federal, junto com o MP e outros órgãos, em quatro anos realizou 183 grandes operações (fhcê: 20 em oito anos) e prendeu 2.971 pessoas (fhcê: 54). Entre esses 54 não está o gângster-banqueiro Salvatore Cacciola, que vive numa mansão na Itália com riqueza fruto de um ‘socorro’ mediado por Francisco Lopes, então presidente do Banco Central de fhcê – que no calor do escândalo foi defenestrado mas continua também solto e consultor de símiles de Cacciola. Alckmin será mais comedido: as operações da PF serão restritas a traficantes, talvez; afinal, man-ter a eficaz (embora contraditória) política anticorrupção atual seria atirar contra alguns amigos.

A posição de Alckmin perante os movimentos populares seguirá na esteira do seu comporta-mento com os presos do estado de São Paulo. Tamanhos foram a truculência, a restrição a direitos constitucionais e legais e os maus-tratos, em reforço a crimes anteriores como o massacre do Ca-randiru (111 indefesos desarmados mortos, o maior da história do país), que os condenados e mui-tos que aguardam julgamento presos (pobre não tem habeas corpus) se organizaram em autodefe-sa, e o país ganhou das mãos dos staffs de segurança de governos como o de Alckmin o guerreiro antipolícia PCC.

A grande mídia insiste em não divulgar que o surgimento e a consolidação do PCC foram fe-nômeno exclusivo paulista, como se planejado junto com a supressão de direitos: trata-se da cria-ção do inimigo. O atual líder Marcola relata que um dos oito iniciadores, presentes a uma reunião final na penitenciária de Taubaté que amarrou o início do grupo, amargou nove anos uma solitária. Homem forte; outros teriam enlouquecido. E hoje, no vácuo de um Estado sempre insuficiente, o PCC vai se tornando movimento sociopolítico com respostas e liames em parcelas da população.

O MST e as dezenas de movimentos voltados para o direito à terra, por exemplo, e muitos ou-tros como os sem-teto, podem então aguardar tratamento similar da parte de um governo novamen-te psdbista. Impossível também imaginar que as políticas afirmativas de minorias (mulheres, pre-tos, jovens, pobres e miseráveis, agricultores familiares, microempreendedores, cooperativados sociais, etc.) possam vicejar com plenitude sob o governo neoliberal tardio de Alckmin e seus alia-dos. Mas a grande mídia deverá gastar poucas palavras e nenhum foco sobre as reais questões que afetarem Alckmin, como aliás fez com relação ao seu governo bem-tratado nas páginas. Exata-mente o oposto do que fez ao criar a síntese da ilusão pinoquiana de que ‘toda a corrupção que tem vindo à tona é de matriz petista’. Basta repassar três desses megaescândalos:

 o valerioduto foi iniciado sob o governo fhcê. Assim que se recuou aos primórdios e foram surgindo nomes de políticos do psdbê e partidos afins como o pefelê, o tema foi esfriado;

 a lista de Furnas subiu então às manchetes. Assim que a PF reconheceu a autenticidade da lista, cujos três principais beneficiários em milhões foram Alckmin, Serra e Aécio, além de 153 outros felizardos parlamentares, entre os quais nem um só petista, num total de 39,9 milhões de reais (psdbê: 68,3% do total), a lista foi dada como falsa por um ‘líder’ no Congresso, e pouco se fala do assunto;

 entram em cena então os sanguessugas e suas ambulâncias superfaturadas. O ex-ministro da Saúde de Lula foi imediatamente envolvido. Mas assim que se constatou, na ponta do lápis, que 76% das 891 ambulâncias entre 2001 e 2004 haviam sido negociadas na gestão Serra, sob o co-mando direto do seu secretário executivo e posterior ministro substituto Barjas Negri, pela mão do empresário seu operador e amigo de trinta anos Abel Pereira (implicado agora também na fabrica-ção da pretensa compra do dossiê contra Serra), a questão refluiu da forma com que vinha sendo exposta nas páginas uníssonas dessa grande mídia.

O engodo da mídia desvenda-se e se revela também neste episódio: logo no início do escân-dalo do mensalão, um deputado federal pastor da Igreja Universal do Reino de Deus foi preso tran-sitando com pouco mais de R$ 10 milhões em sete malas. O intrépido e imparcial âncora da TV Record Boris Casoy sequer deu a notícia; a Universal é dona do canal e do seu salário. Logo após, um petista foi preso com 200 mil reais numa mala e 100 mil dólares na cueca (um vigésimo, ou 5%, do dinheiro sujo do pastor). Ficou algumas semanas nas manchetes, e foi com ênfase, e até hoje é, motivo de notícias e citações, e caiu no gosto do humor nacional. O pastor & suas sete ma-las foi rapidamente ‘esquecido’ e sumiu do noticiário, o que privou o país de outra fonte de risos tão fértil quanto o homem com dólares na cueca. A marcha das coisas indica ser provável que as páginas sobre corrupção e jogos sujos virem fumaça se Alckmin ganhar: a grande mídia não vai se interessar em repetir a dose, dedicada ao Lula adversário dos altos negócios que expressa, com um dos mais diletos representantes da elite nacional em nome da qual hoje aceita, com empenho e ca-pricho, o papel de reforço de campanha que a desmerece.

Alckmin, adepto e ligado à Opus Dei, a mais retrógrada organização pararreligiosa do mundo católico, manterá também diretrizes de política externa opostas às do governo Lula, que pode ser reconhecida como seu grande campo de protagonismo. Alckmin já declarou que pretende reduzir a expansão do Mercosul e apoiar a criação da Alca, menina-dos-olhos de Bush. Nem se imagine que vá apoiar líderes como Chávez e Morales ou que ajude a tecer a trama & urdidura da integração sul-americana, única opção de diálogo de igual para igual com os Estados Unidos. Nem que vá manter a aproximação e a colaboração estreita do Brasil com países africanos, asiáticos e árabes do terceiro mundo, que vá estimular políticas comuns com Índia, China, Rússia e África do Sul, que vá manter oposição a governos e corporações sobre temas como protecionismo e subsídios nos fo-ros internacionais. Com Alckmin, o comando voltará ao campo dos adversários de hoje, e haverá uma atuação brasileira tendente a pálida, fruto de opções de alinhamento e conseqüente abandono da tradição de independência. Os tapetes estendidos a fhcê nas suas viagens ao exterior eram agra-decimento pela eficiência no gerenciamento da doação de bens e empresas do país aos capitais in-ternacionais.

O eleitor não tem mais escolhas, o primeiro turno já passou. Lula: fatos e ações de conivência com corrupção de governo, manutenção da macropolítica antinacional de crescimento reduzido e do freio do superávit primário, mas acertos no conjunto expressivo de políticas sociais, redução da dívida externa, política internacional respondente aos interesses do país, inflação quase inexistente, etc. Alckmin: é o que se sabe e o que se prevê, e isso inspira temores e receios. Mas tem pela fren-te um nó: não vai ser fácil revertê-los ou fazer face aos acertos de Lula.
É melancólico o quadro. E haja ainda estômago para presenciar a contínua sordidez dessa grande mídia. O jeito é dessedentar-se nas muitas fontes limpas de informação genuína da rede.

Chico Villela é editor e escritor

Leia + Chico na NovaE

  O fim do Ombudsman na Folha
  EUA: Rumo ao Estado fascista (IV) - Os 400 mil "terroristas" e o segredo
  A fênix e o abismo
  As drogas e a cegueira nacional
  Encruzilhadas de BHObama
  Partido Pirata: novos ventos na política
  Só Carolina não viu
  A nova face do Estado nacional
  Art. 1º - Fica quieto, menino!
  EUA: RUMO AO ESTADO FASCISTA (III): BHObama vai à guerra
  EUA: RUMO AO ESTADO FASCISTA (II): A invenção do inimigo e o terror
  EUA: RUMO AO ESTADO FASCISTA (I): O combate ao inimigo interno
  A Vez e A Voz do Brasil
  Conversa de buteco
  Os direitos perdidos
  Rabo preso com os tucanos
  A III Word War e a mídia
  Irã: alianças, energia e futuro
  Os pontos de inflexão
  O país de Alckmin não será o país de Lula
  Assinatura


Fortaleça a imprensa independente do Brasil e a Livre Expressão ao disseminar este artigo para sua rede de relacionamento. Imprima ou envie por e-mail.

Trincheira da Livre Expressão:

     

Receba no seu e-mail boletim com novos links para novos artigos
 Cadastre-se agora

Mas o que é a Novae?
Novae: uma história de amor ao copyleft                                



Manifeste-se!

Nome:
E-mail:
Dê sua opinião:
Código:
Digite o código:


*Vera Lucia Dutra*
vlgd@terra.com.br
Inserido em: 2006-10-28 06:53:13

Alkimim é um canditado perigoso pois tem o ranço do autoritarismo e preconceito contra o povo que é característico da nossa elite. A sua mentalidade preconceituosa ficou clara na postura facistoide (moralista, com discurso de dono da verdade, agressivo e autoritário) que assumiu durante os debates e que lhe custou a perda de muitos votos. Se traiu através da forma preconceituosa como tratou o candidato Lula no debate quando lhe perguntou sobre o lugar do Brasil no rank da revista Economist. Deixou escapar seu preconceito elitista tentando humilhar o adversário que não fala ingles. Sua arrogancia é tamanha que não se dá conta sua atitude preconceituosa não atinge apenas o candidato Lula mas a maioria do povo brasileiro que também não fala ingles. È o cúmulo da insensibilidade política que aliás era uma das características mais marcantes de FHC.
Circula a informação de que Alkimim deixou um rombo em seu governo em SAMPA. Através de que órgão se poderia comprová-la? Midia é muito parcial mas as noticias que circulam em na rede precisam ser comprovadas ou caem no rol de boatos.


*Chico Villela*
chicovillela@terra.com.br
Inserido em: 2006-10-16 15:33:46

Caro Bruno: Você levanta duas questões interessantes, e penso que merece manifestação de mim e de todos.
A primeira se refere ao comportamento do governo Lula frente às nacionalizações na Bolívia. A maioria indígena é governada desde muito tempo por uma minoria branca que nunca promoveu sua ascensão social; pelo contrário. O papel de Morales é reverter esse quadro iníquo, inclusive com a retomada de posse das maiores riquezas do país que foram com o tempo sendo assumidas por empresas estrangeiras. O gesto político do Itamaraty é legítimo e cauteloso, mas respeita profundamente as aspirações atuais do povo boliviano. Assim, não vejo discrepância entre "política externa respondente aos interesses nacionais" e o que houve. O péssimo seria a Petrobrás adotar política de represália e rapina. Vamos dialogar: o futuro da irmã Bolívia justifica a cautela.
Outro fato que você destaca é o de toda mudança causar apreensão e temores. Mas veja só: um fascista confesso, ligado ao que há de pior na extrema-direita internacional, ainda linkado no agonizante neolioberalismo, grosseiro e inculto: ô Briuno, dá medo mesmo!
Grande abraço, e vamos continuar a conmversa.


*Manoel - Editor*
news@novae.inf.br
Inserido em: 2006-10-16 14:04:00

Olá Ligia...

A Novae prevê, em sua linha editorial, a radicalização de suas edições, quando verifica uma manipulação vergonhosa da mídia, sobre qualquer assunto. Os fatos falam por si. Estamos em "guerra".

Fique conosoco. obrigado por suas palavras


*Ligia Malta*
ligiacm@wanadoo.fr
Inserido em: 2006-10-16 07:14:11

Chico Villela,
Dei uma passada pelo site e confesso que o tom de alguns artigos me soaram um pouco "over", mas entendo que o momento é de alerta, de campanha, va la que seja! O seu não, logo no primeiro paragrafo ja me senti à vontade: "alguns acertos...um erro fatal" "o velho feijão com arroz...".
Passado, espero, esse momento de susto - se passarmos ao largo desse "espécime", dessa linhagem tão antiga, que nos vem agora disfarçado de chuchu - vou voltar a visitar esta revista esperando que os Chico Villela se multipliquem.
Parabéns!


*Guilherme Simon*
guilhermarx@gmail.com
Inserido em: 2006-10-15 13:46:05

O pior em toda essa história é que, ao meu ver, a "grande mídia" conseguiu exatamente o que queria. Ao menos aqui no Sul(moro em Santa Catarina), o Partido dos Trabalhadores virou sinônimo de corrupção, de sujeira e, por consequência, Lula acabou se tornando o emblema dessa história.

Entretanto, fico feliz quando leio artigos como este, esclarecedores e limpos, despidos da sujeira direitista que inunda as páginas dos grandes jornais e revistas.

Ainda há, neste país, gente com os olhos abertos. E é essa gente que, sem dúvidas, não deixará com que o Brasil dê um passo para trás.



*Rafael Escher*
rafaelescher@gmail.com
Inserido em: 2006-10-15 13:11:32

Atenção Brasil: "ALCAmin"!


*Bruno*
chopp@ubbi.com.br
Inserido em: 2006-10-14 22:29:32

Boa noite Chico Vilela
Não entendi seu ultimo paragrafo na matéria "O que vem por aí" pois vi uma grave falha nas atitudes contra a Bolivia. Acho q aquilo não foi uma politica internacional respondente aos interesses do Brasil. Não se faz necessário relembrar os fatos e realmente fiquei excessivamente decepcionado com a posição do nosso governo.
Outro ponto é quando se refere aos receios e temores quanto a uma eventual eleição de Alckimin. Qualquer alteração de poder gera temores e receio. Lembremo-nos do eleição de Lula onde o dólar subia a medida que se aproximava as eleições e a medida que se apontava a vitória de Lula.
Parabéns pela matéria, mas hipocrisia não !
Obs.: Quando comecei a ler o conteudo deste site, começo a pensar que o mundo não tem saída porque tive a impressão que eu não sei 0,000001% do que acontece nos bastidores.
A vida é isso tudo mesmo ???

Abraço
Bruno


*jose justino de souza neto*
zejustino@gmail.com
Inserido em: 2006-10-14 21:35:28



Não houve uma outra ocorrência, em Belo Horizonte, com outro político do PFL num avião com malas cheias de dinheiro? Neste segundo caso, a polícia local liberou imediatamente, ao contrário do primeiro.



*Luis Hipolito*
luisinhofreitas@gmail.com
Inserido em: 2006-10-11 17:10:06

Este artigo é muito esclarecedor sôbre como age a mídia brasileira. É importante que todos os brasileiros tenham acesso à internet cada vez mais, para que possam ter uma visão crítica sôbre todos os assuntos que nos interessam, pois é grande a manipulação da informação, não só no Brasil, mas em todo o mundo.


*Guilherme Souto*
gnsouto@gmail.com
Inserido em: 2006-10-11 14:42:29

BRASIL


*Suderland*
suderland10@mcanet.com.br
Inserido em: 2006-10-11 13:44:08

Ótimo artigo, parabéns!


*Vnazeler*
vanzelerjaqueline@hotmail.com
Inserido em: 2006-10-09 17:51:02

VOTE “13" NÃO DEIXE QUE A MÍDIA ENGRAVIDE VOCÊ PELOS OUVIDOS.
Pois essa é a real intenção dos empresários ao utilizarem a imprensa para assim engravidar você e principalmente deixar as pessoas cada vez mas "analfabetos politicamente".
Não deixem que vendam você atravéz do Alckmin.

 Publicado em: 2006-10-09 por admin, última modificação em: 2006-10-22 por admin

 

 

     

NovaE.inf.br é uma revista pluralista na divulgação de idéias e conceitos a respeito de Internet, nova economia, cibercultura, política, cultura, literatura, mídia, comportamento, filosofia e cidadania. Portanto, as opiniões emitidas em colunas e em artigos assinados não correspondem, necessariamente, à opinião dos editores.
Conteúdo autorizadoSaiba mais sobre o projeto.

Desenvolvido com tecnologia PHP-Nuke, liberado sob licença GNU/GPL.

Desenvolvimento de sites em Santa Catarina: CMM Interativa.

Para visualizar melhor a NovaE utilize a configuração de tela 1024 x 768